segunda-feira, 10 de agosto de 2009

IV Noite das especialidades

Atenção: Por motivos de logística a Noite das Especialidades do dia 20/08/2009 foi transferida para a sala 212, módulo 2, da FTC - Paralela. Conforme descrito no cartaz a baixo.

A Noite das Especialidades é um evento da Liga Baiana de Cirurgia - LBC, que visa mostrar aos acadêmicos as diversas especialidades cirúrgicas.

I Jornada Acadêmica - Distúrbio hidro-eletrolítico e ácido-base

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

I SIMPÓSIO DE EMERGÊNCIAS - LAEME

PROGRAMAÇÃO:
ACLS - Dr. Paulo André Jesuíno
Dor abdominal - Dr. Jorge Bastos
Hemorragia Digestiva - Dra. Maria Alice
Crises Epilépticas - Dr. Murilo Souza
Emergências Psiquiátricas - Dr. André Caribé
Exacerbação de DPOC - Dr. Aquiles Camelier
TEP - Dr. Jorge Pereira
Urolitíase - Dr. Juarez Andrade
Dor torácica - Dr. Gilson Feitosa
IAM - Dr. André Durães
Síncope - Dr. André Gobatto


DATA
: 22/08
HORÁRIO: 8h às 12h e 14h às 19h
LOCAL: Associação Baiana de Medicina (ABM). Rua Baependi, 162, Ondina, Salvador.


VALOR:
Até dia 17/08 R$ 25,00
A partir de 18/08 R$ 30,00

INSCRIÇÕES:
Davi – 8892-1989
Camila – 8878-1094
Anivaldo – 9631-1719
Leonardo – 9973-9002
Rafael – 9957-7948
Ísis – 8896-4329

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Certificados

Quem não recebeu o certificado referente ao 1º Simpósio Cirúrgico da LBC, por favor entre em contato conosco pelo e-mail lbc.bahia@gmail.com que disponibilizaremos o mais breve possível.

Atenciosamente,

Lucas Marques - Presidente LBC

quinta-feira, 21 de maio de 2009

quinta-feira, 23 de abril de 2009

I Simpósio Baiano de Transplante de Fígado

Será realizado entre os dias 06 a 09 de maio de 2009 no Hotel Pestana, em Salvador-Ba, o I Simpósio Baiano de Transplante de Fígado. Concomitantemente, acontecerão o III Simpósio de Medicina Intensiva em Gastroenterologia e Hepatologia e o I Consenso Brasileiro sobre Hemorragia Digestiva Varicosa.

A inscrição será única. Vale a pena ir. 
Maiores informações clique aqui.

sexta-feira, 3 de abril de 2009

I Processo Seletivo – LBC

Resultado Final
(em ordem alfabética)

Aprovados:
Alex Carvalho O. de Almeida
Allan Geovani X. Araújo Diaz
Maria Clara Tosta Garrido
Nilson Fernandes Costa
Paula Pimentel Gadelha
Tiago Barros da Rocha

Os aprovados deverão enviar para o e-mail da Liga (abaixo) a confirmação da vaga até o dia 06/03/2009. Posteriormente receberão maiores informações por e-mail.
Informações sobre pontuação e colocação: lbc.bahia@gmail.com

domingo, 22 de março de 2009

Aprovados da seleção de novos membros 2009.1

Enfim, é divulgado o resultado da 1ª fase da seleção dos novos membros da LBC.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Gabarito do processo seletivo

Gabarito do I Processo Seletivo - LBC
Qualquer dúvida ou reclamação deve ser enviada para o seguinte e-mail: lbc.bahia@gmail.com

domingo, 15 de março de 2009

Edital de Convocação de Seleção de Novos Membros

Edital de Convocação para o Processo Seletivo de Novos Membros

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Iº Simpósio de Cirurgia da LBC

Liga Baiana de Cirurgia os convida para o
Iº Simpósio de Cirurgia da LBC

Veja o cartaz abaixo:
Qualquer dúvida ou se quiser o programação detalhada é só entrar em contato pelo e-mail lbc.bahia@gmail.com

A LBC estará selecionando 6 novos membros em processo
seletivo que ocorrerá 1 semana após o Simpósio.
Mais informações sobre o processo seletivo durante o Simpósio.

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

XXVIII Congresso Brasileiro de Cirurgia

Local: Parque do Anhembi - São Paulo SP
Data- 26 - 30 Julho 2009


Cirurgia, Justiça e Cidadania será o Tema Central do evento, que terá cursos, simpósios, mesas-redondas, casos clínicos, painéis, sessões interativas, entre outros.

A Comissão Organizadora já confirmou a presença de 16 convidados internacionais.

Presidente do CBC publica novo artigo no jornal O Globo

 

O CAOS NO SUS


Autor(es): Edmundo Machado Ferraz


O Globo - 02/01/2009 – Opinião – página 7


A economia brasileira cresceu e as oportunidades de desenvolvimento aumentaram. Contudo, a educação e a saúde entravam nosso projeto de nação. Recente pesquisa nacional de opinião pública revelou que a saúde é considerada o principal problema, maior que a violência urbana. A responsabilidade é dos sucessivos governos e também de nós, médicos.
Somos um país de 190 milhões de habitantes, 145 milhões usuários do SUS, sistema que completou 20 anos de atividades e teve uma concepção modelar caracterizada pela universalidade e integralidade, mas não foi dotado de recursos orçamentários capazes de fazer cumprir os seus objetivos.


O PIB brasileiro ultrapassou US$1 trilhão, porém o investimento público em saúde é de apenas 3,5% do PIB, o que proporciona a aplicação de menos de US$300 por habitante, quantia absolutamente insuficiente para financiar, dentro da concepção como foi idealizado, o sistema público de saúde. Esse valor está abaixo do que é recomendado pela Organização Mundial de Saúde.
Portanto, fica evidente que os recursos destinados à saúde são insuficientes em todas as esferas de governo. Isso atinge bem mais do que os 145 milhões de habitantes usuários do SUS. No Brasil, estima-se que apenas 5 milhões a 10 milhões de habitantes utilizem a medicina privada. Os outros 40 milhões de habitantes são usuários de cooperativas ou de planos de previdência privada.
Ocorre que, por falta de regulação adequada do sistema, cerca de metade dos usuários escolheu o plano de saúde pelo menor preço. No entanto, por desinformação ou falta de alternativa, não perceberam a existência de uma série de restrições, que só ficarão evidentes quando o usuário verificar que seus "direitos" são limitados, tais como apenas 1 dia de Unidade de Terapia Intensiva, não-cobertura a cirurgias e procedimentos de alta complexidade.


O resultado é que esses pacientes irão procurar o SUS, onerando um sistema que não foi dotado de fonte adequada de financiamento. Conseqüentemente, os hospitais públicos tornam-se superlotados, com filas intermináveis para atendimento, provocando enorme tumulto e desgaste extensivo a todos os usuários e funcionários do Sistema Público de Saúde.
A situação é catastrófica nas grandes cidades e pior ainda na periferia, que se limita a transportar os pacientes, a maioria com problemas banais, para os grandes centros, aumentando a desorganização do Sistema.

Os hospitais públicos, com raras e honrosas exceções, não possuem orçamento. Financiam os seus gastos com recursos oriundos do SUS, absolutamente defasados e irreais, o que faz com que qualquer percentual de aumento trombeteado pelos jornais seja absolutamente insignificante.

Na realidade, o que ocorre é que o repasse do SUS para os hospitais públicos não cobre o custo real do tratamento dos pacientes, o que significa dizer que quanto mais eficiente o tratamento proporcionado, maior o prejuízo.
Completamente degradados, os hospitais públicos apresentam piso arrancado, tetos infiltrados, sistema elétrico e de refrigeração com defeitos, sem manutenção preventiva, equipamentos obsoletos, farmácia desabastecida, almoxarifados vazios, lavanderias obsoletas, esterilização sem manutenção ou atualização de equipamentos.
Tudo isso, aliado à corrupção e ao desvio de equipamentos e materiais. As exceções são os hospitais públicos dotados de orçamento e mantidos pela Universidade de São Paulo (USP) e pelo estado de São Paulo, particularmente os munidos de novo modelo de gestão e o Hospital das Clínicas de Porto Alegre, que constitui uma exceção entre os hospitais de ensino filiados ao MEC.


A crise também é acentuada pela interferência equivocada do Ministério Público em assuntos como transplante de órgãos e a fila de espera de hospitais públicos, além da sangria dos orçamentos das secretarias de Saúde estaduais no atendimento de demandas judiciais de compra de medicamentos. Muitas vezes, não existe fundamentação por falta de assessoria adequada da Justiça. Ela emite essas decisões sem consultar as câmaras técnicas dos Conselhos Regionais de Medicina.

Estima-se que, em um período máximo de um ano, a grande maioria dos hospitais públicos brasileiros esteja em regime falimentar, incapacitados de cumprirem suas obrigações com nossa população desassistida. Esse é o cenário da medicina pública do nosso país.



EDMUNDO MACHADO FERRAZ é presidente do Colégio

 

 
Fonte: http://www.cbc.org.br/exibir.php?id=16&noticia=280